No primeiro debate presidencial das eleições de 2026, realizado em 23 de agosto, os candidatos Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) criticaram a ausência de seus oponentes, Flávio Bolsonaro (PL), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Romeu Zema (Novo). Santos chamou os ausentes de “criminosos” e mencionou investigações envolvendo Lulinha e Flávio Bolsonaro. Caiado expressou frustração pela falta dos líderes nas pesquisas, sugerindo que sua ausência se deve à dificuldade em explicar escândalos.
Na abertura do primeiro debate presidencial das eleições de 2026, neste domingo, 23, os candidatos Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) lamentaram a ausência dos adversários Flávio Bolsonaro (PL), Lula (PT) e Romeu Zema (Novo).
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“Com o país completamente em crise, esses dois criminosos não vieram ao debate”, atacou Santos, em alusão ao caso que envolve Lulinha, suspeito de lucrar com o auxílio a lobistas no governo de seu pai. Sobre Flávio, Santos fez alusão ao filme Dark Horse, que recebeu investimentos do empresário Daniel Vorcaro, investigado pelas fraudes no antigo Banco Master. “Desrespeitaram os brasileiros. São covardes.”
Debate da Band: Caiado diz que derrota de Lula é prioridade
Caiado, por sua vez, destacou a expectativa frustrada pela ausência dos candidatos que lideram as pesquisas eleitorais. “É um momento em que a sociedade esperava a presença dos dois candidatos”, afirmou.
Ele também fez menção aos índices de rejeição de Lula e Flávio nos levantamentos mais recentes.
“Isto mostra, talvez, o porquê da fuga deles, por não terem como explicar os escândalos em que estão envolvidos.” Em seguida, declarou que sua prioridade é “derrotar o Lula”.
O escritor Augusto Cury (Avante), que também estava presente no debate, criticou diretamente apenas Lula.
No entanto, em um protesto antes do evento, também mirou Flávio e Zema por decidirem não participar da transmissão.


