Iníciobrasil'A maior ameaça à Amazônia é a pobreza', diz diretor de associação

‘A maior ameaça à Amazônia é a pobreza’, diz diretor de associação

Durante evento em 18 de agosto de 2026, o diretor da Associação PanAmazônia, Belisário Arce, destacou que a pobreza é a maior ameaça à Floresta Amazônica, afirmando que a preservação ambiental depende da prosperidade. A cerimônia, realizada no Tivoli Mofarrej em São Paulo, entregou a medalha Amazonia Libera et Prospera a personalidades que contribuem para a liberdade e prosperidade, em referência aos 250 anos da Declaração de Independência dos EUA e da obra A Riqueza das Nações de Adam Smith.

Para o diretor da Associação PanAmazônia, Belisário Arce, a maior ameaça à Floresta Amazônica é a pobreza. Ele deu essa declaração durante o evento realizado nesta terça-feira, 18, da entrega da medalha Amazonia Libera et Prospera.

A condecoração foi entregue a personalidades ligadas à defesa da liberdade e da prosperidade. O encontro ocorreu no Tivoli Mofarrej, em São Paulo, com apoio do escritório Andrade GC Advogados.

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“Não há preservação ambiental sem prosperidade”, disse Arce. “A grande ameaça para a Amazônia é a pobreza. A região se torna vítima do narcotráfico, que domina a região, financia candidatos e prefeitos, do crime organizado. A pobreza leva ao desmatamento, porque, sem me de sobrevivência, as pessoas recorrem ao ambiente natural.”

A honraria tem caráter extraordinário e foi criada em referência a dois acontecimentos que completam 250 anos em 2026: a Declaração de Independência dos Estados Unidos e a publicação da obra A Riqueza das Nações, do filósofo e economista escocês Adam Smith, no mesmo ano.

evento panamazônia
Homenagem foi feita a pessoas ligadas à defesa da liberdade e da prosperidade | Foto: Tauany Cattan/Revista Oeste

Considerada uma das obras fundamentais do pensamento econômico moderno, A Riqueza das Nações colocou no centro da discussão temas como divisão do trabalho, comércio, concorrência, produtividade e geração de riqueza.

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Segundo Arce, foram cunhadas apenas 25 unidades da medalha, destinadas a reconhecer personalidades de “notável contribuição aos ideais da liberdade e aos valores fundamentais para a prosperidade dos povos”.

Já para Germano Andrade, da Andrade GC Advogados, o maior problema da região amazônica é o isolamento. “Todos que conhecem o povo ribeirinho sabe como ele vive com dificuldades”, afirmou. Na cerimônia, foram agraciados Flávio Rocha, Helio Beltrão, Meyer Nigri, Salim Mattar e Winston Ling. Publisher e cofundador de Oeste, Jairo Leal também recebeu a honraria.

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O economista Hélio Beltrão elogiou a homenagem e reforçou a importância do trabalho de Adam Smith. “Naquela época, o mundo era mercantilista”, disse. “Sobre essa obra, as lições são as mesmas. Precisamos aprender com esse livro. É um evento importante para São Paulo, a Amazônia e o Brasil.”

Amazônia, liberdade e desenvolvimento

A homenagem também reflete os princípios defendidos pela PanAmazônia. A associação se apresenta sob o lema “Por uma Amazônia ativa, integrada e forte” e procura inserir o desenvolvimento da região nas discussões sobre liberdade, empreendedorismo e geração de prosperidade.

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