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Uma carta do rei Charles III divulgada nesta segunda-feira, 7, esclareceu a situação do duque e da duquesa de Sussex, Harry e Meghan, agora que o casal voltou a residir no Reino Unido. Segundo o texto, eles não serão considerados membros ativos da realeza britânica e nem terão autorização para participar de compromissos oficiais.
Mesmo de volta a solo britânico, o casal não poderá usar o título de “Suas Altezas Reais” (HRH, na sigla em inglês), de acordo com o comunicado enviado pelo monarca à equipe de Harry, departamentos governamentais, autoridades militares e representantes legais da monarquia.
A emissora BBC informou, ainda, que Charles esclareceu na nota que quaisquer compromissos assumidos por Meghan e Harry serão realizados de maneira particular, sem ligação com a Coroa britânica.
O príncipe e sua esposa desembarcaram no Reino Unido no fim do mês passado, junto de seus filhos – Archie, de 7 anos, e Lilibet, de 5 – após seis anos de uma malfadada passagem pelos Estados Unidos.
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A carta de Charles III reitera a validade do Acordo de Sandringham, fixado quando o casal deixou a Inglaterra, em 2020. O pacto deixa claro que os dois não poderiam buscar seus próprios interesses comerciais enquanto posavam como membros ativos da Família Real.
“É de conhecimento geral que, em janeiro de 2020, o duque e a duquesa deixaram de exercer funções representativas em nome do Soberano e não são mais membros ativos da Família Real”, diz a nota. “O trabalho filantrópico do duque e da duquesa é uma questão pessoal de ambos e é realizado em caráter privado”, acrescenta.
O texto escrito pelo rei reforça que quaisquer dúvidas sobre como lidar com o casal devem ser encaminhadas para o Palácio de Buckingham, especialmente se seus projetos envolverem dinheiro público.
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A questão da segurança, pivô de amargas reclamações do príncipe, segue indefinida — alvo de ameaças constantes, ele e Meghan querem ver restaurada a proteção policial ininterrupta que perderam quando deixaram de ser senior royals. A nota, porém, afirma que a retomada da proteção cabe às autoridades policiais.


