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Polícia prende nove suspeitos por decapitações na Paraíba

Nove pessoas foram presas nesta quarta-feira, 7, durante a Operação Carrasco, realizada pela Polícia Civil da Paraíba e pelo Gaeco, em João Pessoa, contra uma organização criminosa envolvida em homicídios, decapitações e ocultação de cadáveres. A operação, que cumpriu 16 mandados de prisão e 13 de busca, investiga 12 homicídios desde agosto de 2025, incluindo o desaparecimento do cabo José César, visto pela última vez em 12 de fevereiro de 2026. Durante as buscas, uma ossada humana foi encontrada e será analisada.

Nove pessoas foram presas nesta quarta-feira, 7, durante uma operação da Polícia Civil da Paraíba e do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público estadual, contra uma organização criminosa investigada por homicídios, decapitações e ocultação de cadáveres em João Pessoa.

A Operação Carrasco foi realizada na região do Condomínio Irmã Dulce e em áreas próximas, no bairro de Gramame. A Justiça expediu 16 mandados de prisão preventiva e 13 de busca e apreensão. Até o início da operação, nove prisões haviam sido efetuadas.

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Polícia investiga desaparecimento de militar

Segundo as investigações, o grupo teria criado uma estrutura para controlar territorial e socialmente a região, utilizando ameaças, violência armada e sistemas clandestinos de monitoramento. A polícia apura 12 homicídios atribuídos à organização desde agosto de 2025.

Entre os casos investigados está o desaparecimento do cabo José César, da Polícia Militar da Paraíba. Ele foi visto pela última vez em 12 de fevereiro de 2026. A polícia trabalha com a hipótese de que o militar tenha sido assassinado, mas o corpo ainda não foi localizado.

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Durante as diligências, uma ossada humana foi encontrada na Mata do Buraquinho, no bairro da Torre, em João Pessoa. O material será submetido a exames para identificar a vítima e verificar eventual relação com os desaparecimentos investigados.

A investigação também apura casos de decapitação e ocultação de cadáveres. Segundo a polícia, algumas vítimas ainda não foram encontradas. Celulares apreendidos durante a operação serão analisados para identificar a participação de cada suspeito nos crimes.

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Um dos presos é apontado pelos investigadores como líder do grupo que atuava em Gramame. Identificado como “Juninho Cavanhaque”, ele já havia sido condenado por um homicídio cometido em 2012, com pena de 31 anos.

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