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roubos caem 21% e atingem menor nível da série

Os roubos na região metropolitana de São Paulo caíram para 20,5 mil nos primeiros oito meses de 2026, uma redução de 21% em relação ao ano anterior, segundo a Secretaria da Segurança Pública. Em agosto, foram registradas 2,4 mil ocorrências, a menor marca para o mês. A SSP atribui a queda ao aumento do policiamento e operações. Em agosto, a Operação Ouro Reverso resultou na apreensão de mais de R$ 1,5 milhão em joias e ouro, com quatro prisões e 28 mandados de busca em São Paulo e Guarulhos.

Roubos nos 38 municípios da Região Metropolitana de São Paulo atingiram o menor patamar da série histórica nos oito primeiros meses de 2026. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), os registros caíram de 26 mil em 2025 para 20,5 mil neste ano, uma redução de 21%.

Em agosto, o indicador também registrou a menor marca da série para o mês. A região contabilizou 2,4 mil ocorrências, ante 2.994 em agosto de 2025. A queda foi de 18,7%.

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A SSP atribui a redução ao reforço do policiamento ostensivo, às operações e às investigações.

Investigação mira receptação de ouro em São Paulo

Em agosto, policiais civis do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) apreenderam mais de R$ 1,5 milhão em joias e ouro na segunda fase da Operação Ouro Reverso.

A operação teve como alvo uma rede envolvida em roubos e receptação de metais preciosos, principalmente alianças de ouro. Os policiais cumpriram quatro mandados de prisão e 28 de busca e apreensão em bairros da capital e em Guarulhos.

Entre os endereços vistoriados estavam estabelecimentos em uma área do centro da capital conhecida nas investigações como “círculo de fogo”. Segundo a apuração, empresas da região compravam joias roubadas e processavam e derretiam o ouro.

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O secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, afirmou que as investigações precisam alcançar tanto os autores dos roubos quanto quem compra e reaproveita os objetos.

“Quem rouba uma aliança causa prejuízo a uma família. Quem compra o objeto abastece o crime e faz com que os roubos não parem. Por isso, nossa polícia investiga toda a cadeia: quem pratica o roubo, quem recebe o produto e quem o transforma em dinheiro”, disse.

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